“A partir
do final dos anos 60, já estávamos
convencidos de que a globalização
era inelutável. Foi por isso
que muito cedo apostamos na massa
cinzenta como fator de desenvolvimento
econômico da região”,
explica o senador Pierre Laffitte
que, em 1969, foi um dos responsáveis
pela criação de Sophia
Antipolis, que era voltada no início
para as telecomunicações.
Hoje, esse complexo industrial, universitário
e científico concentra 1.300
empresas e 30.000 empregados em uma
área de 2.300 hectares. Ele
exporta sua experiência e reforça
seus laços científicos
com outros tecnopólos através
do mundo. Acaba de assinar um acordo
com o laboratório de Pune,
na Índia, especializado na
pesquisa e no desenvolvimento na área
da indústria automotiva, além
de se orientar para o desenvolvimento
sustentável, a saúde
e a biodiversidade.
Julien
Nessi, jornalista