ELEIÇÃO
DE DOMINIQUE STRAUSS-KAHN PARA A DIREÇÃO-GERAL
DO FMI
DECLARAÇÃO
DO MINISTRO FRANCÊS DAS RELAÇÕES
EXTERIORES
E EUROPÉIAS, BERNARD KOUCHNER
Paris, 28 de setembro
de 2007
O Conselho de Administração
do FMI, reunido esta manhã
em Washington, designou Dominique
Strauss-Kahn para suceder a Rodrigo
Rato no cargo de Diretor-Geral do
FMI, no âmbito de um processo
de seleção aberto e
transparente.
Felicito
Dominique Strauss-Kahn e regozijo-me
com o apoio que numerosos países
lhe deram por ocasião dessa
eleição.
Apoiado
pela França e pela União
Européia, Strauss-Kahn adquiriu
ao longo de sua campanha uma estatura
verdadeiramente mundial, reunindo
em torno de seu nome países
oriundos de todos os continentes e
de diversas orientações
políticas.
Dominique
Strauss-Kahn, por suas qualidades
humanas, suas competências profissionais
e sua experiência, surgiu como
o candidato da reforma do FMI. Esta
é a mensagem que levou pessoalmente,
durante a sua campanha, aos dirigentes
dos países do G-7, dos principais
países emergentes e dos numerosos
países em desenvolvimento que
aliou a sua candidatura.
O
mundo precisa de um FMI mais pertinente,
mais legítimo e mais atento
às reivindicações
de seus membros, a fim de enfrentar
os desafios de nosso tempo e preservar
a estabilidade financeira internacional
num contexto multilateral. Strauss-Kahn,
pela amplitude do apoio internacional
que obteve, dispõe de um mandato
claro para reformar o FMI e situá-lo
em seu verdadeiro lugar na governança
econômica mundial.